Workshop – O Anestesiologista na Analgesia Pós-Operatória

10 e 11 de Outubro de 2014 (6ª feira e sábado) – Local: Hotel Açores (Lisboa)

12 horas de formação teórica + 16 horas de formação prática
Avaliação de Conhecimentos

Programa

 

6ª feira (10 de Outubro)

14h00 – Recepção e instalação

14h10 – Módulo 1 (3 horas):

Dimensão do Problema, Fisiopatologia e Consequências Fisiopatológicas da Dor Aguda Pós-Operatória

14h10 – 15h00: Dimensão do Problema

15h00 – 16h00: Fisiopatologia da dor aguda

16h00 – Coffee-break

16h30 – 17h30: Consequências fisiopatológicas da dor

17h30 – Módulo 2 (4 horas):

Fármacos, Métodos e Vias de Administração em Analgesia Pós-Operatória

17h30 – 18h30: Opióides e anestésicos locais

Sábado (11 de Outubro)

8h30 – 9h30: Paracetamol, AINEs e adjuvantes

9h30 – 10h30: Métodos e vias de administração de fármacos

10h30 – Coffee-break

11h00 – 12h00: Analgesia controlada pelo doente – PCA

12h00 – Módulo 3 (3 horas):

Organização da Dor Aguda do Pós-Operatório e Suporte Informático (Unidades de Dor Aguda)

12h00 – 12h45: Objectivos, modelos e considerações económicas de uma UDA

12h45 – Almoço livre

14h15 – 15h00: Estrutura e algoritmo de implementação de uma UDA

15h00 – 16h00: Informatização de uma UDA

16h00 – Casos Clínicos

17h00 – Coffee-break

17h30 – Teste de Avaliação de Conhecimentos

18h30 – Conclusão dos trabalhos

Workshop em Analgesia Pós-Operatória e Workshop em Abordagem Anestésica em Cirurgia da Cabeça e Pescoço

Caro/a Colega,

O Serviço de Anestesiologia do Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil EPE, através da associação em que o se encontra constituído – APAO, Associação Portuguesa de Anestesia Oncológica – realizará dois workshops destinados a anestesiologistas de qualquer grau da carreira médica hospitalar, versando as temáticas da Analgesia Pós-Operatória e da Abordagem Anestésica em Cirurgia da Cabeça e Pescoço.

Conforme os programas que se anexam, estas acções de formação serão destinadas a um número máximo de 50 inscritos, incluirão avaliação final de conhecimentos e decorrerão no Hotel Açores em Lisboa (situado em frente ao IPOLFG).

Realizar-se-ão nas datas de 10 e 11 de Outubro de 2014 para a Analgesia Pós-Operatória e 12 e 13 de Dezembro de 2014 para Abordagem Anestésica em Cirurgia da Cabeça e Pescoço.

Para todos os que pretendam frequentá-las está assegurada a gratuitidade da inscrição através dos seus patrocinadores que, no caso da Analgesia do Pós-Operatório será a Grunenthal e, no caso da Abordagem Anestésica em Cirurgia da Cabeça e Pescoço, a MSD (Merck).

Independentemente dos contactos que irão ser desenvolvidos pelos representantes daqueles Laboratórios, poderão os interessados utilizar directamente os endereços de email da Grunenthal (anabela.alcaravela@grunenthal.com) ou da MSD (antonio_eusebio@merck.com) ou ainda, em alternativa, o do Secretariado do Serviço de Anestesiologia (secretariado.oncoanestesia@gmail.com) sendo que a informação mais relevante será actualizada no nosso site www.oncoanestesia.org/.

Na expectativa do melhor acolhimento e disponíveis para esclarecimentos adicionais, solicitamos a sua colaboração na divulgação interna desta iniciativa.

Os mais cordiais cumprimentos

José M. Caseiro

Director do Serviço de Anestesiologia do IPOLFG

Presidente da APAO

Metodologia do estágio prático – O anestesiologista na analgesia pós-operatória

Metodologia do Estágio Prático

O curso compreenderá a obrigatoriedade de 16 horas de prática clínica (2 dias de trabalho), integradas na actividade diária da Unidade de Dor Aguda, com a possibilidade de serem dilatadas até 40 horas (5 dias de trabalho), para quem se mostrar interessado.

Este estágio prático possibilitará ao formandos acompanharem todo o percurso de prescrição, vigilância e avaliação dos doentes operados, incluindo a política de registos e a metodologia informática do programa.


Estágio de 16 horas:

Esta modalidade de estágio envolverá dois dias completos de trabalho em que, obrigatoriamente, um deles será passado no espaço físico do Bloco Operatório (Salas de Operações e UCPA) e o outro no espaço físico fora do BO (enfermarias de pós-operatório precoce e enfermarias de internamento cirúrgico).

No Bloco Operatório, o formando tomará contacto com o início da implementação do processo analgésico, nomeadamente:

– Problemática da escolha do protocolo analgésico e factores determinantes;

– Discussão dos modelos convencionais e não-convencionais de analgesia;

– Contacto com as técnicas não-convencionais de analgesia, nomeadamente o início da analgesia epidural e a implementação da PCA;

– Administração de fármacos relacionada com o momento e/ou o protocolo que tiver sido iniciado;

– Início do registo informático da analgesia;

– Vigilância e actuação em UCPA;

– Parametrização de pontuações relacionadas com o estado físico dos doentes (ASA, risco de náuseas e vómitos, score de dor e pontuação de alta de UCPA)

– Papel do enfermeiro no processo

Nas enfermarias, nomeadamente as enfermarias de pós-operatório precoce e as enfermarias de internamento cirúrgico, os formandos acompanharão a actividade regular dos anestesistas da Unidade de Dor Aguda, nomeadamente a avaliação diária e sistematizada de todos os doentes operados.

Nesta actividade, tomarão contacto com o modelo de abordagem que se faz nesta Unidade, incluindo as avaliações estática e dinâmica da dor, os registos de efeitos secundários ou de chamadas intercalares de urgência, a avaliação da expectativa dos doentes e o seu grau de satisfação, evolução analgésica e determinação do momento de alta do programa, com registo informático de todas as informações.


Estágio de 24 -32 horas:

Nesta modalidade, para os que tiverem disponibilidade de estagiar entre 3 e 4 dias, processar-se-á a continuação do modelo de estágio das 16 horas, com prolongamento da vertente do estágio que implica o acompanhamento da analgesia do pós-operatório nas enfermarias e contacto com o programa analgésico da Unidade de Cirurgia do Ambulatório.


Estágio de 40 horas:

Finalmente, para os que tiverem disponibilidade de estagiar 1 semana (5 dias úteis), será dada a possibilidade ao formando de optar pelo tipo de actividade a desenvolver no último dia.

Manual de Procedimentos 2014 – lançamento da edição digital

Procedimentos 2014Sob o desígnio da crise, aqui está a edição 2013-2014 do nosso Manual de Procedimentos.
Sem nada que a desvalorize em relação às anteriores, continua a fazer prova de vida e inicia a sua distribuição no preciso momento em que a Unidade de Dor Aguda do Serviço de Anestesiologia do IPOLFG completa 20 anos.
Não poderíamos desejar melhor cenário para assinalar a efeméride do que este editorial.
Ambos – Unidade de Dor Aguda e Manual de Procedimentos – tiveram que nascer em difíceis condições e assegurarem a sua sobrevivência em simultâneo com o indiscutível propósito de serem úteis, responderem a lacunas que identificámos na nossa actividade e exibirem níveis de qualidade que os sustentassem.
Por isso mesmo, em relação a eles, a palavra crise faz-nos sorrir e vai-nos motivando para outras iniciativas.
Habituámo-nos a sonhar com o futuro sem garantias de presente e aprendemos a obrigarmo-nos, no mínimo, ao máximo.
Verdadeiramente, teremos começado em 1990 ao iniciarmos no nosso País a utilização da “Analgesia Controlada pelo Doente (PCA)”, sem qualquer consciência do caminho que iríamos percorrer nem dotados da necessária preparação mental para algumas das dificuldades que, nos primeiros tempos, se fizeram sentir.
Mas foi excelente termos percebido que muitos duvidavam do que estávamos a fazer e que outros escarneciam do entusiasmo que colocávamos na empreitada, porque não necessitámos de mais que isso para nos deixar empolgar e galvanizar.
Quando em 1 de Outubro de 1993 arrancámos com a então SPADA (Serviço Permanente de Apoio à Dor Aguda do Pós-Operatório) – foi assim que permitiram que então nos chamássemos – éramos tão poucos que nem a totalidade do Serviço de Anestesiologia abraçou o projecto.
Mas os níveis de satisfação (de doentes e profissionais) começaram a aparecer, os bons resultados e diminuição de morbilidade também, as rotinas a implicar menos esforço, as resistências a esfumarem-se e não demorou um ano para que a adesão do Serviço tivesse sido total.
Seguiu-se a melhoria das práticas, a cada vez mais rigorosa política de registos, a regular análise de problemas, a sistemática inquietação por respostas, o enorme investimento na formação, a constante divulgação e a indispensável informatização (toda ela financiada pelo Serviço).
Nunca houve autoestradas, mas deixámos de sentir as pedras do caminho.
Foi aliás o reconhecimento pelo sucesso deste projeto que nos levou à ousadia da edição de um mais vasto Manual de Procedimentos que abrangesse o fundamental de toda a operacionalidade do Serviço de Anestesiologia.
Partíamos outra vez às nossas custas, em busca de patrocínios e sem sabermos bem onde queríamos chegar, mas hoje, muito mais do que gostarmos do Manual (e gostamos muito), revemo-nos nele.
A edição deste ano reflete, por tudo o que acabei de referir, o ambiente festivo que não abdicamos de sentir.
Quando a sua distribuição se iniciar, já teremos realizado 3 acções de formação sobre Analgesia Pós-Operatória, integradas nas iniciativas que entendemos promover para a comemoração dos 20 anos da Unidade de Dor Aguda.

Disponibilizaremos ainda, este ano, para além da habitual versão em PDF que estará no nosso website (www.oncoanestesia.org) e no da SPA (www.spanestesiologia.pt), um link para uma versão e-paper que permitirá ler o Manual folheando as páginas como se de um livro se tratasse (só poderá correr em PC).

Haverá mais novidades para breve.

Como todas as edições anteriores do Manual de Procedimentos, também a deste ano foi completamente revista e até acrescentada de um capítulo sobre pacemakers, “Anestesia em doentes portadores de dispositivos cardíacos eletrónicos”.

Vamos andando.

José M. Caseiro
Novembro 2013

Informações importantes relativas aos workshops (actualização)

Apesar da greve agendada para o próximo dia 8 de Novembro a realização do workshop mantém-se sem nenhuma alteração ao seu programa ou horário.

 

Parque para o carro:

Alertamos para o facto do parque, na sexta-feira, ser pago e haver a possibilidade do mesmo se encontrar lotado à hora a que se inicia o workshop.

No sábado, o parque, é gratuito.
Neste dia, o ticket retirado na entrada serve para a saída, sem haver necessidade de qualquer pagamento.

Mapa para acesso ao local do workshop:
O mapa em baixo indica o caminho para chegar até ao local do workshop que como já informámos decorrerá no Centro de Formação, Edifício Lar de Doentes, no 5ºPiso.
No mapa  estão assinalados com quadrados azuis, indicadores do percurso, que se encontram ao longo do mesmo sob a forma de sinalética tamanho A4.

percurso_workshop

Horário do workshop:

Informamos ainda, que seremos rigorosos no cumprimento do horário do workshop (nomeadamente do seu início, nos dois dias) pois só assim, conseguiremos também terminar no tempo estabelecido.

Qualquer dúvida não hesite em contactar-nos.

O anestesiologista na analgesia pós-operatória – Parte prática

O workshop compreenderá a obrigatoriedade de 16 horas de prática clínica (2 dias de trabalho), integradas na actividade diária da Unidade de Dor Aguda, com a possibilidade de serem dilatadas até 40 horas (5 dias de trabalho), para quem se mostrar interessado.
Esta parte prática só será realizada após a frequência da parte teórica.

Solicitamos, por isso, aos inscritos nos wokshops (Outubro e Novembro) que entrem em contacto connosco para o telefone 217229885 (todos os dias úteis entre as 9h30 e as 15h30) para que agendemos os dias de prática clínica que pretendem frequentar.

Importa salientar que estes dias de actividade prática devem ser seguidos e serão marcados na base de “first come first served”.

Nota: Os internos de Anestesiologia que já fizeram ou venham a fazer o Estágio de Dor Aguda na nossa Unidade até Março de 2014, estão dispensados de frequentar a parte prática, se assim o entederem.